quinta-feira, 29 de maio de 2014

CAHIS convoca: Calendário de Lutas da Rede Municipal e Estadual

Por Alery Correa, ex aluna de História da UERJ e hoje professora da rede municipal do Rio de Janeiro:

"Queridos amigos, mais uma vez a categoria dos professores se viu obrigada a entrar em greve para ter garantidos seus direitos e para tentar barrar o projeto neoliberal q o governo pretende implantar na educação do RJ. Segue o calendário de lutas do movimento. Contamos com a presença de vcs nessa luta q é de todos.

Vamos garantir a escola de Darcy, Anísio e Paulo Freire!!!

Em defesa da escola pública de qualidade!


Todo apoio aos professores em luta!



quarta-feira, 28 de maio de 2014

Opinião: Contra a Criminalização do Movimento Estudantil


Contra a Criminalização do Movimento Estudantil
Todo apoio ao MEPR!

Recentemente, às 06h00, policiais civis de goiânia invadiram a casa de três militantes do Movimento Estudantil Popular Revolucionário - MEPR, que foram presos sob a acusação de incitarem atos de vandalismo contra o patrimônio, no caso contra os ônibus, durante as recentes manifestações de rua.

Estamos perto de completar 1 ano das grandes manifestações de massa que aconteceram no Brasil e parece que as “autoridades competentes” ainda não entenderam nada do que aconteceu, são incapazes - ou se recusam - a entender que a organização popular está se dando de forma totalmente diferente das tradicionais manifestações da esquerda brasileira.

Desde junho o povo tem se rebelado de forma espontânea e horizontal, mas a polícia insiste em buscar e criminalizar lideranças para servirem de exemplo, numa clara tentativa de intimidar a população revoltada com os absurdos que ocorrem diariamente em nosso país, agora sob o pretexto da Copa do Mundo de Futebol da FIFA.

Pois dizemos que o chamado “vandalismo”, nada mais é que a materialização da insatisfação popular com o precário acesso aos serviços básicos como moradia, alimentação, transporte, saúde e educação. Será que a polícia civil vai invadir a casa de algum dos mafiosos monopolistas que lucram milhões e milhões e oferecem um dos piores serviços de transporte coletivo do Mundo?

Defendemos que a ação direta é uma forma legítima de manifestação como qualquer outra, afinal como alguém sugere conter essa população que está se manifestando e que muitas vezes não tem sequer onde morar ou o que comer, ou que vai trabalhar a pé porque não encontra condições de pagar os preços abusivos das passagens? Diremos a eles que não se revoltem? Claro que não. Como bem relembram os companheiros do MEPR, citando o Presidente Mao, REBELAR-SE É JUSTO!

Todo apoio aos companheiros do MEPR!
Não vai ter copa!
Rebelar-se é justo!
Vândalo é o Estado!

Gostaríamos também de convidar os alunos para assinarem o seguinte manifesto:

Coleta de assinaturas para o MOVIMENTO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DA LUTA POPULAR em Goiás

domingo, 18 de maio de 2014

CAHIS Informa: Reforma estrutural e material dos alunos cotistas

Reforma Estrutural: 

- Escolha dos Graffitis

A partir de hoje (18) até o próximo domingo (25), o CAHIS estará recebendo através do email cahisuerj@hotmail.com as sugestões de imagem para o graffiiti que ficará na parede do C.A., assim como foi deliberado na Assembleia de abril de 2014. Lembramos que a indicação de imagens na Assembleia de maio não será permitida, sendo esta apenas para a votação das imagens já indicadas. Para quem tem alguma dúvida, favor olhar a Ata da Assembleia de abril de 2014 que encontra-se aqui no blog do CAHIS.

- Atraso na reforma


A gestão Filhos da Pública do CAHIS-UERJ vem por meio deste informe também justificar o atraso na conclusão da reforma da sedeo. Ao longo das semanas, quem vêm realizando a reforma do espaço são os membros da própria gestão do Centro Acadêmico, uma vez sendo também estudantes da Universidade, o que demanda estudo e dedicação e consequentemente faz a reforma se prolongar e atrasar. Viemos esclarecer também, que a reforma está em fase final, os pallets estão sendo lixados e envernizados e já foram encomendados os “futtons” para o sofá. Desde já agradecemos a paciência e compreensão de todxs e lembramos que está aberto para que todxs xs alunxs do curso venham ajudar na reforma.

- Material dos alunos cotistas

Após a contagem dos votos da manhã e noite, o ranking dos livros foi: 

“Miséria da Historiografia” – 26 votos 
“Grande Irmão” – 25 votos 
“Casa Grande e Senzala” – 24 votos 
“Marighella- Biografia” – 18 votos 
“A Ideologia Alemã” – 14 votos
“África na sala de aula” – 13 votos 
“Que tipo de República?” – 11 votos 
“1964: A conquista do Estado” – 10 votos
“Economia e Sociedade” – 10 votos
“Vozes do Bolsa Família” – 9 votos 
“A Teoria da Alienação em Marx” – 4 votos 
“Coronelismo, Voto e Enxada” – 2 votos 
“Vivendo sobre o fogo cruzado” – 1 voto 

- Foi informado ao C.A. que um dos livros escolhidos no ano de 2013 estava esgotado na editora, o valor despendido no livro seria de R$54,00, logo o C.A. deveria indicar outro livro que preenchesse esse valor. Analisamos os livros indicados no ano de 2013 e estes, não se encaixavam no requisito. 

O C.A. então, diante do pouco tempo para a nova indicação de livro, optou por enviar o pedido do livro mais votado na Assembleia de Abril de 2014, “A Miséria da Historiografia”, que está sendo vendido mais ou menos no valor solicitado. 

Dessa forma, os livros a serem indicados para compra no ano de 2014 serão o “Grande Irmão” de Carlos Fico e “Casa Grande e Senzala” de Gilberto Freyre. Preenchendo assim, o valor de R$164,24 investido no material de cada cotista. 

Se por ventura, houver a manifestação de alguma dúvida quanto qualquer um desses pontos, procure alguém da gestão. Desde já, agradecemos a compreensão.

sábado, 17 de maio de 2014

CAHIS convida: Trabalho de Campo - A escravidão e a Pequena África no Rio de Janeiro







Trabalho de Campo - A escravidão e a Pequena África no Rio de Janeiro
Em homenagem aos 100 Anos Professor Abdiais do Nascimento

"O nome desse trabalho pode causar certa estranheza por conta da determinação de “escravizados” e não “escravos”. Os portugueses além de colonizar o Brasil retirando daqui algumas riquezas naturais (pau-brasil e ouro) também lucravam com o comércio de mão de obra que era escravizada ao desembarcar no Brasil. O lucro dessa atividade se dava de diferentes formas. Desde a moeda utilizada na África para a compra de homens para serem trazidos para o Brasil, cachaça e tabaco, até a “inflação” sofrida no preço do escravo devido a quantidade de homens que morriam durante a travessia ou que não resistiam logo quando a viagem terminava. Os homens e mulheres que eram comercializados como mercadorias na costa da África entre os séculos XVI-XIX quando chegaram ao Brasil não eram nada mais que escravizados, no sentido de que não era natural aquela condição. Logo, não eram, naturalmente escravos mas, sim, viviam sob uma condição imposta por seus dominadores, tanto portugueses como, em certos casos, pelos próprios africanos.

O termo “escravizado” foi utilizado ainda no século XIX quando a escravidão era a grande inimiga de homens abolicionistas e de políticos que queriam se ver livres da “mancha negra” que marcava o Brasil. José do Patrocínio, negro e jornalista, denunciava nas páginas dos seus jornais que esses homens eram escravizados, não eram naturalmente escravos, e essa condição tinha que ser eliminada. A eles deveria ser resgatada a liberdade." (Texto de Renata Moraes- Doutora em História pela PUC-RJ)

Dia 25/5 - Domingo
Roteiro:

09h00 – Encontro no Metrô (Uruguaina - Saída Presidente Vargas)
09h30 - Largo de São Francisco da Prainha (início do Roteiro0
10h00 - Pedra do Sal
10h30 - Cais do Valongo e da Imperatriz.
11h30 - Cemitério dos Pretos Novos
12h30 – Fim do Roteiro
Guia: Gabriel Siqueira

Observações:
- Levar lanche, água e protetor solar.
- No Cemitério dos Pretos Novos pede-se uma contribuição em dinheiro para ajudar a manter o local. Não sabemos exatamente quanto é, mas em breve nos atualizaremos a respeito.

Contatos:
995245085 vivo
981665074 tim