quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Ementas Eletivas 2012.2


Modernidade e modernismo:
cultura e política no século XIX e início do século XX.
Profª Laura Nery
Tópicos Especiais em História Cultural II (2ª e 4ªf – M3/m4)

O objetivo do curso é discutir as relações entre cultura, política e sociedade a partir da experiência da modernidade, conforme descrita pelo poeta Charles Baudelaire e retomada, em 1939, pelo filósofo Walter Benjamin no clássico “Charles Baudelaire: um lírico no auge do capitalismo”. Esse será o ponto de partida para um exame de das arenas em que se cruzam os debates político e artístico que marcaram a segunda metade do século XIX e a virada para o século XX, sobretudo em Paris: os Salões de Arte, a imprensa ilustrada e sua crítica à burguesia, o impacto das novas ideias políticas no meio da arte, o surgimento de novos gêneros de entretenimento popular – vaudeville, cinema, fotografia, charge – e a consolidação da classe e dos valores burgueses. O curso se propõe também a verificar o impacto dessa experiência moderna nos meios artísticos e intelectuais brasileiros trazendo alguns temas da chamada “belle époque tropical”.

Bibliografia
AMARAL, Glória Ribeiro. Aclimatando Baudelaire. São Paulo: Annablume, 2003.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. Do Iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BALZAC, Honoré de. Os jornalistas. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.
BAUDELAIRE, Charles. O pintor da vida moderna. Sobre a modernidade. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1996.
BENJAMIN, Walter. Obras Escolhidas III.  Charles Baudelaire. Um lírico no auge do capitalismo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1989.
BRITO BROCA, José. A vida literária no Brasil - 1900. Rio de janeiro: José Olympio Editora, 1975.
CANDIDO, Antonio. “Os primeiros baudelairianos”, in A educação pela noite. São Paulo: Ouro sobre azul, 2008.
CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados. O Rio de Janeiro e a república que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
CHARNEY, Leo e SCHWARTZ, Vanessa r. (org.). O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac & naify, 2001.
FRASCINA, Francis. Modernidade e modernismo: a pintura francesa no século XIX. São Paulo: Cosac Naify, 1998.
GAY, Peter. O século de Schnitzler. A formação da cultura da classe média: 1815-1914. São Paulo: companhia das Letras, 2002.
GUMBRECHT, Hans U. Modernização dos sentidos. São Paulo: Editora 34, 1998.
HOBSBAWM, Eric. A Era dos Impérios. 1875-1914. São Paulo: Paz e Terra, 2009.
HOBSBAWM, Eric. A Era do capital: 1848-1875. São Paulo: Paz e Terra, 2009.
KOSSOY, Boris. Fotografia e história. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001.
MELLO, Maria Tereza C. de. A república consentida. Rio de Janeiro: FGV, 2007.
MICELI, Sergio. Poder, sexo e letras na Republica Velha (estudo clinico dos anatolianos). São Paulo: Perspectiva, 1977.
NEEDELL, Jeffrey D. Belle Époque tropical: sociedade e cultura de elite no Rio de Janeiro na virada do século. São Paulo: Companhia das Letras 1993.
OEHLER, Dolf. Terrenos vulcânicos. São Paulo: Cosac & Naify, 2004.
ORTIZ, Renato. Cultura e modernidade: a França no século XIX. São Paulo: Brasiliense, 1991.
PAMPLONA, Marco Antonio. Revoltas, republicas e cidadania: Nova York e Rio de Janeiro na consolidação da ordem republicana. Rio de Janeiro: record, 2003.
RAMOS, Julio. Desencontros da modernidade na América Latina. Literatura e política no século 19. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.
SCHORSKE, Carl E. Viena fin-de-siecle: política e cultura. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
SEIGEL, Jerrold. Paris Boêmia. Cultura, política e os limites da vida burguesa: 1830-1930. Porto alegre: LP&M, 1992.
SENNETT, Richard. O declínio do homem público. As tiranias da intimidade. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
SEVCENKO, Nicolau. Literatura como missão. Tensões sociais e criação cultural na Primeira República. São Paulo: Editora Brasiliense, 1995.
SIMMEL, Georg. Simmel, G., “A Metrópole e a Vida Mental”, in Velho, Otávio Guilherme (org.), O Fenômeno Urbano.  Rio de Janeiro: Zahar, 1979
SUSSEKIND, Flora. O cinematógrafo de letras. Literatura, técnica e modernização no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
WILLIAMS, Raymond. Cultura. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1992.
WINOCK, Michel. As vozes da liberdade. Os escritores engajados do século XIX. Rio de Janeiro: Bertrand brasil, 2006.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

O GUERREIRO SONHADOR Darcy Ribeiro 90 Anos; O patriota que essa geração não viu.


Por Gabriel Siqueira
Centro Acadêmico de História – Gestão Filhos da Pública
Conselho Superior de Ensino Pesquisa e Extensão – CSEPE UERJ
Comissão Permanente de Avaliação e Carga Horária Docente – COPAD UERJ

Nesta sexta feira, 26 de outubro, o antropólogo, escritor, educador, político, inventor, o mestre Darcy Ribeiro completaria 90 anos de idade.
Essas pequenas e humildes linhas são resultado da minha indignação com o esquecimento proposital do mestre Darcy. Graças às belas lições dele é que posso dizer que sou um indignado e nunca vou me resignar. O Guerreiro Sonhador era sinônimo de coragem, inteligência e de vida. Uma vida em nome da pátria.


Não se trata, necessariamente, de lembrar-se de Darcy Ribeiro, mas sim da sua trajetória de luta em defesa do Brasil e dos brasileiros.

“É profanação o esquecimento vergonhoso dos mortos” José Martí

Poucas pessoas sabem quem foi Darcy Ribeiro, o que ele fez, ou qual sua importância para o Brasil. Um dos mais destacados pensadores do século XX tem sua memória constantemente embaçada pela fumaça do crack que saem da boca das crianças brasileiras e sua história que não pode ser escrita por quem não sabe escrever. Hoje, Darcy Ribeiro e sua obra vão sendo esquecidos pela maioria desse nosso Brasil pelo motivo que ele mesmo temia: a mediocridade.
Enfim, é dura a vida dessa geração que não conheceu e nem viu Darcy, aquele fantástico ‘fazedor de coisas’, que fugiu do hospital pouco antes de sua morte para cumprir seu dever de patriota e terminar de escrever sua teoria sobre ‘povo brasileiro’ do qual fazia parte.
Esse Darcy que tanto escreveu, mas tanto fez, não foi visto nem pelos corredores acadêmicos da nossa querida UERJ que, em nome do academicismo e do conservadorismo, lhe negou o título de Doutor Honoris Causa. Essa mancha nos persegue até hoje, pois somos militantes da UERJ, a mesma Universidade dos cursos noturnos, dos negros índios e pobres, da zona norte, ou seja, do povo que Darcy tanto defendeu. Talvez, hoje, no infinito onde estiver, sinta até orgulho de ser lembrado por aqueles que lutam e não pelos que estão do lado contrário.    
Coube a Universidade de Sorbonne e Copenhagen lhe conceder esse título, entretanto os títulos pelo mundo não o fizeram feliz na sua terra, não foram suficientes para convencer as elites dominantes da urgência do CIEP, Xingu, da Universidade Necessária, e muito mais.
Darcy Ribeiro tem uma relação muito especial com o Rio de Janeiro, além de idealizar os projetos pedagógicos de 506 CIEP´s, criou a Universidade Estadual do Norte Fluminense. Segundo Darcy, aquela era a Universidade do 3° milênio, pois previu a presença da UENF em Macaé (RJ), aonde viriam a ser implantados os Laboratórios de Engenharia e Exploração do Petróleo (Lenep) e de Meteorologia (Lamet).  É preciso lembrar que o mestre fora o criador e o primeiro reitor da Universidade de Brasília (UnB) e autor de projetos de instauração ou reforma de universidades na Costa Rica, Argélia, Uruguai, Venezuela e Peru.


                 Darcy Ribeiro na construção da UENF


Darcy foi aquele melhor leu e estudou as teorias mundiais de esquerda, utilizando-as como ferramentas na montagem, ou melhor, na invenção de uma nova para nossa América e nosso Brasil. Amorenou o socialismo, que antes tão duro e frio não se encaixava na malemolência e na quentura da nossa “mulatisse” brasileira e indo-americana, adaptou uma escola ao espírito inventivo, mas empobrecido dos nossos meninos do Brasil e reinventou uma Universidade mais livre, incluída e preocupada com os problemas do povo.    
Arrisco-me a dizer que quase ninguém amou mais o Brasil do que Darcy Ribeiro, tão combatido pelo medo dos novos políticos carentes de política e tão criminalizado pela elite acadêmica, com raras exceções, colonizada, vaidosa e medíocre.
A sua incrível sagacidade ainda golpeou os golpistas de plantão, pois ele voltou ao Brasil após o exílio com a desculpa ou culpa de que morreria logo. Descobriu um câncer mortal em Paris, sendo a França o núcleo da medicina naquela época, os médicos haviam preparado sua operação em três dias, mas Darcy tinha outros planos. Deixando os médicos franceses de lado, o que torceu os narizes grandes arrebitados daquele país, pois preferiu operar-se no Brasil. Uma operação daquela magnitude tinha margem de 95% de chances de levar o paciente a morte. Contudo não era qualquer paciente, era o Guerreiro Sonhador. Darcy via as coisas de outro prisma, considerando não os 95, mas sim o 5% que vivem após aquela cirurgia.  
 A Ditadura permitiu que voltasse ao Brasil com a certeza e a ‘fé’ de que ele morreria logo, até o grande ‘adivinhador’ o General Golbery do Couto e Silva acreditava estar permitindo a volta de um Darcy moribundo e nada mais. Os militares ainda se preocuparam em “protegê-lo” de atentados, colocando sobre guarda de muitos soldados. Darcy achou ótimo e tratou de agradecer, mas pediu para ser protegido a pelo menos cinco metros de distância. Entre a morte que a ditadura acreditou estar ao lado dele e seu fim anos depois, estavam 506 CIEP´s, a UENF, eleições governamentais do Estado, Secretaria de Educação do Estado e mais alguns livros como “O povo brasileiro”. Após mais algumas façanhas Darcy previu agora com razão sua morte em confissões:
 
   "Termino essa minha vida exausto de viver, mas querendo ainda mais vida, mais amor, mais travessuras. A você que fica aí inútil, vivendo essa vida insossa, só digo: Coragem! Mais vale errar se arrebentando do que se preparar para nada. O único clamor da vida é por mais vida bem vivida. Essa é, aqui e agora, a nossa parte. Depois seremos matéria cósmica. Apagados minerais. Para sempre mortos."

Tenho certeza que é impossível escrever algo com a envergadura e profundidade da vida e luta desse gênio brasileiro e latino-americano. Ao receber o título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Brasília (UNB), o Guerreiro Sonhador mostrou que última coisa que deixaria morrer era sua inteligência perspicaz e vontade de lutar, de fazer o “Brasil dar certo”.

Finalizo esse texto/homenagem com uma das suas últimas frases, já fraco e debilitado pela doença, quando recebeu o título que a UERJ lhe negara, mas a UNB que construiu não pôde fazer o mesmo. Na lembrança, na luta e no orgulho de ser brasileiro é que homenageamos este velho patriota. Enfim, para terminar ligando seu pensamento a nossa prática universitária, pois Darcy Pensou em reinventar a Universidade brasileira para o Brasil e assim reinventar o Brasil a partir da Universidade Brasileira:

“Aquele espírito fraternal, aquela devoção profunda ao domínio do saber e a sua aplicação frutífera. Éramos uns brasileiros apaixonados pelo Brasil prontos a refazê-lo com um projeto próprio, que fosse expressão da vontade dos brasileiros.”
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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ementas de Eletivas 2012-2


Título da disciplina eletiva:

"Geopolítica: a inserção do Brasil no mundo globalizado". 


Docente responsável:

Prof. Dr. André Nunes de Azevedo

Objetivo:

Tomando por base as transformações em curso no Brasil e no mundo nesse início de século XXI, pensar como o Brasil se insere nas novas configurações de poder no âmbito das mudanças internas e externas propostas por esse século.

Ementa:

O que é Geopolítica; espaço e território, a evolução histórica do conceito de geopolítica; o mundo pós II Guerra mundial: a geopolítica da Guerra Fria; a década de 80, o novo paradigma Toyotista e as políticas de Regan e Tatcher; a Igreja no pontificado de Karol Woytila, a geopolítica conservadora do Vaticano; geopolítica no mundo pós Guerra Fria, as transformações provocadas pelo fim da URSS; a percepção do Japão e da União Européia como desafios à hegemonia americana pelos EUA nos anos 90; o avanço do neoliberalismo no Leste europeu e na América Latina; o fenômeno dos Brics e o anúncio de mundo multipolar; o fenômeno chinês; a crise na União Européia e nos EUA; o Brasil na geopolítica da América do Sul; o avanço da distribuição da renda no Brasil e o crescimento de uma nova classe média; a reestruturação das classes sociais no Brasil e as novas alianças políticas atinentes a essa mudança; a polarização PT x PSDB; o avanço do PT no cenário político brasileiro e o fenômeno do Lulismo; a presença e as possibilidades do Brasil na geopolítica internacional do século XXI.




Bibliografia básica:

ACIOLY, Luciana et al. (org.). A China na nova configuração global: impactos políticos. Brasília : Ipea, 2011.

GUIMARÃES, Samuel Pinheiro. Desafios brasileiros na era dos gigantes. Rio de Janeiro: Contraponto, 2012.

SEGRILLO, Angelo. O Declínio da URSS: um estudo das causas. Rio de Janeiro: editora Record, 2000. 

SINGER, André. Os sentidos do lulismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.




Título da disciplina eletiva:

"Rio de Janeiro: tradição e modernidade".

Docente responsável:

Prof. Dr. André Nunes de Azevedo

Objetivo:

A partir da historicidade da cidade, discutir as idéias sobre a modernidade urbana no Rio de Janeiro entre a segunda metade do século XIX e o início do século XX.

Ementa:

A tradição como sujeito da História; a relação entre modernidade e tradição; a modernidade no fin-du-siécle; a tradição da cidade do Rio de Janeiro: a capitalidade; a urbe carioca na articulação cidade-corte e cidade-escravista; a cidade como espaço da civilização no século XIX; a engenharia no Rio de Janeiro no século XIX: as transformações no campo técnico; a relação entre as idéias de progresso e civilização no Rio de Janeiro imperial; a tradição de usos do espaço urbano carioca, os segmentos populares a República, o encilhamento e o redimensionamento da relação entre as idéias de progresso e civilização no Rio de Janeiro; os projetos de modernidade urbana do Rio de Janeiro do início do século XX: a reforma urbana de Rodrigues Alves e a reforma urbana de Pereira Passos. O Modernismo carioca; o ambiente intelectual do Rio de Janeiro.


Bibliografia:


ABREU, Maurício de. Evolução Urbana do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: IPLAN-Rio/ Zahar, 1988.

AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. Rio de Janeiro: Ática, 1995.

AZEVEDO, André Nunes de (org.).Rio de Janeiro: Capital e Capitalidade. Rio de Janeiro: Departamento Cultural/ Sr-3 UERJ, 2002.

____ . A Reforma Pereira Passos: uma tentativa de integração urbana. In: Revista Rio de Janeiro, n. 10. Maio-agosto. Rio de Janeiro: Uerj/SR-3, 2003. P. 35-64.

____ . Da Monarquia à República. Um estudo dos conceitos de civilização e progresso na cidade do Rio de Janeiro entre 1868 e 1906. Rio de Janeiro: PUC-Rio, 2003. ( Tese de Doutorado).

BAUDELAIRE, Charles. Sobre a modernidade. RJ: Paz e Terra, 1996.

BAUMER, Franklin. O pensamento europeu moderno. Séculos XIX e XX. Lisboa: Ed 70, 1977.

BENCHIMOL, Jaime Larry. Pereira Passos: Um Hausmann Tropical. A Renovação Urbana na Cidade do Rio de Janeiro no Início do Século XX. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Esportes, 1992.

BENEVOLO, Leonardo. História da Arquitetura Moderna. São Paulo: Perspectiva, 2001.

BRAUDEL, Fernand. Gramática das Civilizações. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

BRENNA, Giovanna Rosso Del. O Rio de Janeiro de Pereira Passos. Uma Cidade em Questão II. Rio de Janeiro: Index, 1985.

BROCA, Brito. A vida literária no Brasil em 1900. Rj: José Olímpio: ABL, 2004

BURY, John. La Idea del Progreso. Madrid: Alianza Editorial, 1971

CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem. Rio de Janeiro: Campus, 1980.

_____. A Escola de Minas de Ouro Preto. O peso da Glória. São Paulo: Editora Nacioanal, 1978; Fernando Azevedo.

_____. A Formação das Almas. O Imaginário da República no Brasil. São Paulo: Companhia. das Letras, 1990.

____. Os Bestializados. O Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Cia das Letras, 1987.

____. Teatro de Sombras. A Elite Imperial. Rio de Janeiro: Vértice/IUPERJ, 1988.

CARVALHO, Lia de Aquino. Habitações Populares. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura, 1995.

CARVALHO, Maria Alice Rezende de. O Quinto Século. André Rebouças e a Construção do Brasil. Rio de Janeiro: Revan, 1998.

____. Quatro Vezes Cidade. Rio de Janeiro: Sette Letras, 1994.

CHALHOUB, Sidney. A Cidade Febril: Cortiços e Epidemias na Corte Imperial. São Paulo: Cia. das Letras, 1996.

CHOAY, François. O Urbanismo. Utopias e Realidades. Uma Antologia. São Paulo: Perspectiva, 1992.

COARACY, Vivaldo. O Rio de Janeiro do Século XVII. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1965.

COELHO, Edmundo Campos. As profissões imperiais. Medicina, Engenharia e Advocacia no Rio de Janeiro. 1822-1930. RJ: Record, 1999.

COSTA, João Cruz. Contribuição à História das Idéias no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.

EDMUNDO, Luis. O Rio de Janeiro no tempo do Vice-reis. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Athena, 1957.

____ . O Rio de Janeiro do meu tempo. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1938, 3 v.

ELIAS, Norbert. O Processo Civilizador. Uma História dos Costumes. Rio de Janeiro: Zahar, 1994. 2v.

FARIA, Fernando Antônio. Os Vícios da Re(s)pública. Negócios e Poder na Passagem para o Século XX. Rio de Janeiro: Notrya, 1993.

FEBVRE, Lucien et alli. Civilisation. Le mot et le idée. Paris: La renaissance du livre, 1930.

FERRARO, Lucréssia. Ver a Cidade. São Paulo, Nobel, 1982.

FERREZ, Marc. O Álbum da Avenida Central. Um Documento Fotográfico da Construção da Avenida Rio Branco. Rio de Janeiro, 1903-1906. Rio de Janeiro: João Fortes Engenharia/ Ex Libris, 1983.

FREIRE, Américo. Uma Capital para a República: Poder Federal e Forças Políticas Locais no Rio de Janeiro na Virada para o Século XX. Rio de Janeiro: Revan, 2000.

FREYRE, Gilberto. Ordem e Progresso. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1959. 2 v.

_____ . Sobrados e mucambos. Deacdência do patriarcado rural e desenvolvimento urbano. RJ: José Olímpio, 1985.

GADAMER, Hans Georg. Verdade e Método. Traços Fundamentais de uma Hermenêutica Filosófica. Petrópolis, Vozes, 1998.

GUMBRECHT, Hans Ulrich. Modernização dos sentidos. SP: Ed. 34, 1998.

HAMBURGUER, Amélia Império et al. (orgs.). A Ciência nas Relações Brasil-França (1850-1950). São Paulo: Edusp/ Fapesp, 1996.

HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Petrópolis, Vozes, 1997 . 2 v.

NEDEEL, Jeffrey. Belle Époque Tropical. Sociedade e Cultura de Elite no Rio de Janeiro na Virada do Século. Rio de Janeiro: Cia. das Letras, 1993.

KARASCH, Mary. A vida dos escravos no Rio de Janeiro. 1808-1850. sp: Cia das Letras, 2000.

KOSELLECK, Reinhart. L´Experiénce de L´Histoire. Paris: Gallimard, 1997.

____________________. Le Futur Passé: Contribution à la Sémantique des Temps Historiques. Paris: Éd. De L´Ecole des hautes études en sciences sociales, 1990.

LAMARÃO, Sérgio Tadeu de Niemeyer. Dos Trapiches ao Porto. Um Estudo sobre a Área Portuária do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Esportes, 1991.

LESSA, Renato. A Invenção Republicana. Campos Sales, as Bases e a Decadência da Primeira República Brasileira. Rio de Janeiro: Vértice, 1988.

LOBO, Maria Eulália Lahmeyer. História do Rio de Janeiro: do capital comercial ao capital industrial e financeiro. Rio de Janeiro: IBMEC, 1978.

MALHEIROS, Heitor. O Encilhamento. Scenas Contemporâneas da bolsa em 1890, 1891 e 1892. Rio de Janeiro: Domingos de Magalhães - Editor, 1894. 2 v.

MATTOS, Ilmar Rohloff de. O Tempo Saquarema, a formação do Estado imperial. São Paulo: Hucitec, 1990.

MAURO, Frédéric. O Brasil no Tempo de Dom Pedro II. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.

MAYER, Arno. A Força da Tradição: A Persistência do Antigo Regime (1848-1914). São Paulo: Cia. das Letras, 1987.

MOURA, Roberto. Tia Ciata e a pequena África no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura. Col. Biblioteca Carioca v. 32., 1995.

NETO, Machado A. L. Estrutura social da República das letras. (Sociologia da vida intelectual brasileira 1870-1930). São Paulo: Grijalbo, 1970.

NICÉFORO, Alfredo. Les indices numériques de la civilisation et du progrès. Paris: Ernest Flammarion, 1921.

NISBET, Robert. Historia de La Idea de Progreso. Barcelona. Gedisa, 1981.

PAIM, Antônio. História da Idéias Filosóficas no Brasil. São Paulo: Grijalbo, 1967.

PEREIRA, Sônia Gomes. A Reforma Urbana de Pereira Passos e a Construção da Identidade Carioca. Rio de Janeiro: ECO/UFRJ, 1992.

RIO, João do. A Alma Encantadora das Ruas do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Esportes, 1995.

____ . As religiões no Rio. Rio de Janeiro: José Olímpio, 2006.

____ . Vida vertiginosa. Rio de Janeiro: São Paulo: Martins Fontes, 2006.

____ . As melhores crônicas de João do Rio. São Paulo: Global, 2009.

RIOS, Adolfo Morales de los. O Rio de Janeiro Imperial. Rio de Janeiro: Toopbooks, 2000.

ROCHA, Osvaldo Porto. A Era das Demolições. Rio de Janeiro: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Secretaria Municipal de Cultura. Departamento Geral de Documentação e Informação cultural. Divisão de Editoração, 1995.

RODRIGUES, Antônio Edmilson Martins. João do Rio. A Cidade e o Poeta. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2000.

RODRIGUES, João Carlos. João do Rio. Uma biografia. Rio de Janeiro: Topbooks, 1996.
SALES, João Alberto. A Pátria Paulista. Brasília: UNB, 1983.

SALLES, Iraci Galvão. Trabalho, Progresso e a Sociedade Civilizada. São Paulo: Hucitec, 1986.

SANTOS, Francisco Noronha. Meios de Transporte no Rio de Janeiro. vol. 1. Rio de Janeiro: Tipografia do Jornal do Commercio, 1934.

SILVA, Marilene Rosa Nogueira da. Negro na Rua. São Paulo: Hucitec, 1988.

SCHORSKE, Carl. Pensando com a história. Indagações na passagem para o mernismo. Sp: Cia das Letras, 2000.

SIMMEL, Georg. A metrópole e a vida mental. In: VELHO, Otávio. O fenômeno urbano. Rj: Zahar, 1976. In:

SUSSEKIND, Flora. Cinematógrafo das Letras. Literatura, Técnica e Modernização no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.

SVCENKO, Nicolau. A Literatura como Missão. Tensões Sociais e Criação Social na Primeira República. São Paulo: Brasiliense, 1989.

TANNURI, Luiz Antônio. O encilhamento. São Paulo: Hucitec: FUNCAMP, 1977.

TELLES, Pedro Carlos da Silva. História da Engenharia no Brasil. Rio de Janeiro: Clavero, 1994.

VELOSO, Mônica Pimenta. Modernismo no Rio de Janeiro. Turunas e Quixotes. RJ: Ed. FGV, 1996.
_____ . A cultura das ruas no Rio de Janeiro. Mediações, linguagens e espaços. RJ: Edições casa de Rui Barbosa, 2004.

WEBER, Eugen. França Fin-de-Siècle. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 1989.



CURSO: TÓPICO ESPECIAL DE HISTÓRIA DA IDADE MÉDIA ...
PROFa MIRIAM IMPELLIZIERI LUNA DA SILVA
HORÁRIO: 2as e 4as M1-M2

Tema: A Utopia na Literatura Medieval

Ementa: Estudo das utopias medievais através da análise de obras representativas dos diversos gêneros da Literatura vernácula européia da Baixa Idade Média

Programa:
1 – A Literatura vernácula baixo-medieval: gêneros, estilos, temas.

2 – Conceito de utopia e as utopias medievais segundo Hilário Franco Junior.

3 - A utopia na literatura baixo-medieval: estudo de casos
3.1 - O Fabliau da Cocanha
3.2 - A Literatura aristocrática: a Cantiga de Gesta, o Lais, o Romance Cortês
3.3 - A Literatura popular e urbana: a Poesia satírica e lírica, o Conto, a Novela, a Literatura de Viagem.
3.4 - A Literatura Religiosa: a Hagiografia e as Cantigas de Santa Maria


Bibliografia Básica
CURTIUS, E. R. Literatura Européia e Idade Média Latina. São Paulo: Hucitec, 1996.
DUBY, G. O Tempo das Catedrais. A arte e a sociedade. Lisboa: Estampa, 1978.
FRANCO JR., Hilário. As Utopias Medievais. São Paulo: Brasiliense, 1992.
FRANCO JR., Hilário. Cocanha. As várias faces de uma utopia. São Paulo: Ateliê, 1998.
LE GOFF, Jacques. L'Utopie Médiévale: Le Pays de Cocagne. Revue européenne des sciences sociales, Genève, Librairie Droz, n. 85, p. 271-286. (trad. port. da profa.)
------. O Imaginário Medieval. Lisboa: Estampa, 1994.
MACEDO, José Rivair. Riso, Cultura e Sociedade na Idade Média. São Paulo: UNESP, 2000.
MULLETT, M. La cultura popular en la Baja Edad Media. Barcelona: Critica, 1990.
PAQUIN, T. A Utopia. Ensaio acerca do ideal. Rio de Janeiro: DIFEL, 1999.
ZUMTHOR, Paul. A Letra e a Voz. A "Literatura Medieval". São Paulo: Companhia das Letras, 1993.


DISCIPLINA: SEMINÁRIO ESPECIAL DE HISTÓRIA SOCIAL IV: Modernidade e escrita no universo colonial ibero-americano.
2º Semestre 2012.
Horária: 2as e 4as – M3 e M4
PROFESSORA: Eliane Garcindo de Sá

Objetivo: possibilitar uma reflexão sobre os efeitos das mudanças de paradigma introduzidos pela escrita na constituição das sociedades ditas coloniais ibero-americanas, através de textos produzidos entre os séculos XVI e XVIII.

Ementa: leitura analítica de textos produzidos no universo colonial ibero-americano, através da contextualização da produção e dos produtores; identificação de finalidades e destino dos textos. Os recursos e argumentação serão analisados tendo em vista as exigências impostas pela norma escrita sobre as formas culturais precedentes.






Professora Maria do Carmo


Título :  O Oriente Próximo e a Expansão Islâmica ( séc. VI - VII)
Objetivos do Curso : -- proporcionar ao aluno uma visão da Alta Idade Média no Oriente Próximo,
                                 -- identificar as principais forças políticas atuantes na região,
                                  -- avaliar a importância do surgimento do Islamismo 
                                  -- entender como se processou a expansão islâmica e seu impacto sobre as regiões por ela atingidas.


Primeira Unidade : O Oriente no século VI

-- O Império Romano do Oriente
-- O Império  Persa
-- A Península Arábica

Segunda Unidade : O surgimento do Islã

-- A questão religiosa na Península Arábica :  
-- A pregação de Maomé e a formação da Uhmma
-- A difícil sucessão política após a morte de Maomé : sunitas e xiitas

Terceira Unidade : A expansão muçulmana 

-- A expansão nas terras do Oriente : reação dos impérios persa e bizantino
-- A formação  do império muçulmano : as tensões internas e a questão étnica
-- A tomada do Norteafricano e a chegada dos muçulmanos à Península Ibérica

Quarta  Unidade : O Império Muçulmano

-- A dinastia Omíada
-- A formação de um " mercado mundial"
-- A integração de judeus e cristãos nas terras dominadas pelos muçulmanos

Demolição do Museu do Índio


Ex-presidente da Funai quer Museu do Índio em pé
Tribo Maracanã, que habitou e construiu imóvel, deu nome ao rio e estádio

Ex-presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai) e autor de diversos livros e estudos sobre a questão indigenista brasileira, o antropólogo Mércio Gomes entrou na briga em defesa do antigo prédio do Museu do Índio, vizinho do Maracanã. Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ele destacou a importância do imóvel, 'que exalta e exulta o indianismo do Brasil'. 
Segundo o professor, que elaborou um laudo antropológico sobre o imóvel (O reconhecimento do valor do “Museu do Índio”para os índios que vivem no Rio de Janeiro), o governador Sergio Cabral, "que decidiu pela demolição do prédio com explicação fajuta", demostrou "falta de sentimento e conhecimento histórico".

Com Lula e Márcio Thomaz Bastos, Mércio assiste um índio dançar em 2005, quando presidia a Funai 


"Aquele prédio, erguido em 1862, é o alicerce do indianismo rondoniano. Marechal Rondon recebia os índios ali. Naquele local o indianismo começou a ser pensado", lembrou Mércio, que visitará os índios na próxima segunda-feira (22/10). "Ao decidir pela demolição, o governador evidencia sua falta de sentimento histórico e de lealdade com os índios. Esta é a falta de patriotismo mais profunda".

Amigo pessoal de Darcy Ribeiro, que completaria 90 anos no próximo dia 26, Mércio, num exercício de imaginação, disse que com o político e antropólogo vivo, a situação do Museu do Índio seria outra.
"Darcy era amigo de Dilma Rousseff e Aldo Rebelo. Ficaria pu... da vida com a possibilidade de demolição", afirmou o antropólogo. "Inclusive, enviei uma carta para Rebelo, relembrando este vínculo e destacando a importância daquele prédio. Infelizmente, não recebi resposta até o momento".
Além da importância histórica do prédio, Mércio destacou a função atual do imóvel. O antropólogo também sugeriu possíveis destinações e alternativas para o espaço, onde pretende fazer o lançamento de seu próximo livro Índios e o Brasil, da editora Vozes.

"Desde o século retrasado aquilo é a porta de entrada para índios que vêm viver no meio urbano. É o porto seguro, onde mantêm viva sua cultura", disse. "Por quê em vez de demolir, não transformar o imóvel em um centro de cultura indígena? A cultura indígena é uma marca do Brasil, atrai milhões de pessoas em todo o mundo. Seria uma grandiosa atração para torcedores e turistas da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Melhor do que dar ingresso de graça, é criar essa instituição que prorporcione dignidade aos índios que vivem no Rio".


Ainda sobre Darcy Riibeiro, Mércio lembrou de uma história contada pelo amigo. 'Leigo e avoado' em relação ao futebol, o ex-senador pelo Rio de Janeiro estava no prédio do Museu do Índio no dia mais triste da historia do futebol brasileiro."O Maracanã foi construído sob olhares dos índios", disse. "Darcy contava que estava reunido com índios no prédio quando uma multidão aos prantos começou a passar. Omaracanazzo aconteceu diante dele e dos índios, que não sabiam o que acontecia", contou, referindo-se à derrota brasileira para os uruguaios na Copa do Mundo 1950.


História do prédio
O prédio é um imóvel centenário que foi sede do Serviço de Proteção ao Índio (SPI), criado pelo Marechal Rondon, e deu origem à Fundação Nacional do Índio (Funai). Mais tarde, o prédio histórico abrigou, também, a primeira sede do Museu do Índio, fundado por Darcy Ribeiro, posteriormente transferido para Botafogo. No entanto, como não foi tombado por nenhum órgão, embora todos reconheçam o seu raro valor tanto para a história quanto para a cultura indígena e da cidade do Rio de Janeiro, o local encontra-se hoje em ruínas.
Desde 2006 o imóvel está ocupado por índios de diversas etnias. Segundo eles, a "Aldeia Maracanã" tornou-se uma referência nacional para o indígena que chega à cidade. Os cerca de vinte índios, que moram na área onde construíram casas de barro e ocas, reivindicam a criação no local de um pólo de cultura para a preservação dos usos, tradições e costumes do povo indígena.

A manutenção do edifício é importante para eles, não só pela sua relação histórica com os índios, mas também por ter sido construído e habitado pela tribo Maracanã, que dá nome ao rio que passa nas imediações e ao estádio, cuja reforma pode vir a ser a causa da expulsão definitiva dos indígenas.

  





segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Prestação de Contas - Setembro




Saldo do mês anterior
R$ +366,66

Receita R$ 0,00
(o aluguel da xerox, no período de greve será pago posteriormente)

Gastos
R$ 0,00

Saldo final 
R$ + 366,66




Não houve gastos nem receita devido à greve.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

HORÁRIO 2012.2

Segue abaixo o horário do próximo período:



UERJ – IFCH – DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
HISTÓRIA 2012/2º SEMESTRE

CURRÍCULO NOVO – DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 2º PERÍODO



DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.
História da América I
IFCH01 -00365
01
2ª (M5-M6)
4ª (M5-M6)
Teresa Toribio
02
2ª (N1-N2)
4ª (N1-N2)
Paulo Seda
História da Idade Média I
IFCH01-01532
01
2ª (M3-M4)
4ª (M3-M4)
Miriam Lourdes
02
3ª (N5-N6)
5ª (N1-N2)
Edgard Leite
Int. aos Estudos Históricos II A
IFCH01-10079

01



3ª (M3-M4)
5ª (M3-M4)
Lorelai Kury
Introdução aos Estudos Históricos II A


IFCH01-10079

02



2ª (N3-N4)
4ª (N5-N6)


Beatriz Vieira
História Ibérica


IFCH01-10592

01


3ª (M1-M2)
5ª (M5-M6)

Maria do Carmo
História Ibérica


IFCH01-10592

02


3ª (N1-N2)
5ª (N3-N4)


Edgard Leite
Laboratório de História I


Laboratório de História I

IFCH01
-10093


IFCH01
-10093
01



02
3ª (M5-M6)
5ª (M1-M2)


3ª (M5-M6)
5ª (M1-M2)
Regina Candido



Lúcia Bastos
Laboratório de História I
IFCH01
-10093
03
3ª (N3-N4)
5ª (N5-N6)
Regina Candido
Laboratório de História I
IFCH01
-10093
04
3º (N3-N4)
5° (N5-N6)
Renato Silva








UERJ – IFCH – DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
HISTÓRIA 2012/2º SEMESTRE

CURRÍCULO NOVO – DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 4º PERÍODO


DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.
História Moderna II A

IFCH01
-10065

01


3ª (M3-M4)
5ª (M3-M4)

Lúcia Bastos
História Moderna II A

IFCH01
-10065
02


4ª (N5-N6)
6ª (N1-N2)

Oswaldo Munteal
História da América III
IFCH01-00690
01
2ª(M5-M6)
4ª(M5-M6)
Eliane Garcindo
História da América III
IFCH01-00690
02
2ª(N1-N2)
4ª(N1-N2)
Ricardo Mendes
História do Rio de Janeiro Colonial
História do Rio de Janeiro I (3t)
IFCH01-10077
IFCH01
-02712
01

01
6ª (M5-M6)

6ª (T1-M6)
Marilene Rosa
História do Rio de Janeiro Colonial
História do Rio de Janeiro I (3t)
IFCH01-10077
IFCH01
-02712
02

02
5ª (N1-N2)

5ª (T6-N2)
Antonio Edmilson
História do Brasil I A


IFCH01-10073
01


4ª (M1-M2)
6ª (M3-M4)



Luiz Edmundo
História do Brasil I A


IFCH01-10073
02


3ª (N1-N2)
5ª (N3-N4)
Teoria da História A

IFCH01-10081
01


3ª (M5-M6)
5ª (M5-M6)

Lorelai Kury
Teoria da História A


IFCH01-10081
02


2ª (N5-N6)
4ª (N3-N4)

Mauro Marcos
Paleografia I

Paleografia I
IFCH01-10086
IFCH01
-03872
01

01
2ª (M1-M2)
6ª (M1-M2)
2ª (M1-M2)
6ª (M1-M2)
Jaime Antunes
Paleografia I

Paleografia I
IFCH01-10086
IFCH01
-03872
02

02
2ª (N3-N4)
6ª (N3-N4)
2ª (N3-N4)
6ª (N3-N4)
Jaime Antunes







UERJ – IFCH – DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
HISTÓRIA 2012/2º SEMESTRE

                   CURRÍCULO NOVO – DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 6º PERÍODO


DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.
História do Brasil III
IFCH01-02277
01
3ª(M1-M2)
5ª(M3-M4)
Márcia Gonçalves
História do Brasil III
IFCH01-02277
02
3ª(N1-N2)
5ª(N3-N4)
Marcos Dezemone
História Contemporânea II A
IFCH01-10066

01


2ª(M5-M6)
4ª(M1-M2)

Hugo Suppo
História Contemporânea II A

IFCH01-10066

02


2ª(N1-N2)
4ª(N3-N4)

Williams Gonçalves
Historiografia II A


IFCH01-10083

01


3ª(M5-M6)
5ª(M5-M6)
Lucia Guimarães
Historiografia II A


IFCH01-10083
02


2ª(N5-N6)
4ª(N1-N2)

Beatriz Vieira
Lab. de História III
IFCH01-10097
01
3ª(M3-M4)
5ª(M1-M2)
Sylvia Nemer
Lab. de História III
IFCH01-10097
03
3ª(N5-N6)
5ª (N1-N2)
Fernando Faria
Lab. de História III
IFCH01-10097
02
3ª(M3-M4)
5ª(M1-M2)
Alex Varela
Lab. de História III
IFCH01-10097
04
3ª(N5-N6)
5ª(N1-N2)
Maria Emilia


UERJ – IFCH – DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
HISTÓRIA 2012/2º SEMESTRE

CURRÍCULO NOVO – DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 8º PERÍODO


DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.
História do Brasil V
IFCH01-02493
01
3ª (M1-M2)
5ª (M5-M6)
Sylvia Nemer
História do Brasil V
IFCH01-02493
02
3ª (N3-N4)
5ª (N3-N4)
Fernando Faria



UERJ – IFCH – DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
HISTÓRIA 2012/2º SEMESTRE

DISCIPLINAS DE HISTÓRIA OFERECIDAS A OUTROS DEPARTAMENTOS



DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
UNIDADE
PROF.
História Social e Cultural Moderna e Contemporânea

IFCH01-08472
01
4ª(N3-N4)
6ª(N3-N4)



COMUNICAÇÃO
Érica Sarmento
História do Brasil VIII
IFCH01-04678
01
4ª (M1-M2)
6ª (M1-M2)

CIÊNCIAS SOCIAIS
Substituto (Contrato )
História do Brasil VIII
IFCH01-04678
02
3ª (N5-N6)
5ª (N5-N6)
Marcos Dezemone
História Econômica do Brasil I

IFCH01-00574
01
6ª (N1-N3)



GEOGRAFIA
Substituto (contrato )
Hist. Econômica Geral I

IFCH03-00228

01
5ª (T1-T3)


GEOGRAFIA
Andre Azevedo
História Econômica, Política e Social - HESP II
IFCH01-05916
01
3ª (M5-M6)
5ª (M3-M4)

CIÊNCIAS SOCIAIS
Alex Varela
História Econômica, Política e Social - HESP II
IFCH01-05916
02
3ª (N5-N6)
5ª (N5-N6)

Syrléa Pereira
História Econômica, Política e Social Geral – HESP II
IFCH01-01554
01
5ª (M1-M2)
6ª (M3-M4)


FILOSOFIA

Angela Roberti
História Econômica, Política e Social Geral – HESP II
IFCH01-01554
02
2ª (N1-N4)


FILOSOFIA

Érica Sarmento
História do Rio de Janeiro
IFCH01
11434
01
3ª (N3-N6)
TURISMO
Amanda Danelli
















UERJ – IFCH – DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
HISTÓRIA 2012/2º SEMESTRE
OBRIGATORIAS PARA LICENCIATURA

DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.

Estágio Supervisionado I


IFCH01 10099

01

2ª (M3-M6)
SAB (T3-T6)
Contrato 


Carina Martins
02

2ª (N1-N4)
SAB (T3-T6)

Pratica de Ensino Especifica I



IFCH01 06674
01
2ª (M3-M6)
SAB (T3-T6)
Contrato


Carina Martins
02
2ª (N1-N4)
SAB (T3-T6)



Estágio Supervisionado II




IFCH01 10100
01
6ª (M3-M6)
SAB (T3-T4)
Carina Martins


Carina Martins
02
4ª(N1-N4)
SAB (T3-T4)


Pratica de Ensino Especifica II




IFCH 06675
01
6ª (M3-M6)
SAB (T3-T6)
Carina Martins

Carina Martins
02
4ª(N1-N4)
SAB (T3-T4)

Estágio I (CAP)

1
4ª (M1-M2)
Sonia Wanderley

4ª (T1-T4)
Estágio I (CAP)

2
2ª (T1-T4)
Leandro

2ª (N1-N2)

Estágio II (CAP)

1
4ª (M3-M4)
Helena Araújo

4ª (T1-T2)
Estágio II (CAP)

2
4ª (T3-T4)
Leandro

5ª (N3-N4)







UERJ – IFCH – DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
HISTÓRIA 2012/2º SEMESTRE
OBRIGATORIAS PARA LICENCIATURA


DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.
Estágio III (CAP)

1
5ª (M1-M2)
Patrícia

4ª (T1-T3)
Estágio III

2
2ª (T1-T3)
José Roberto

2ª (N3-N4)

História da África e Currículos (Eletiva Restritiva CAP)

1
4ª (M5-M6)
Pâmela

6ª (M1-M2)
História da África e Currículos (Eletiva Restritiva CAP)

2
2ª (N1-N2)
José Roberto

5ª (N3-N4)

História da Questão Racial no Brasil e Currículo na Educação Básica (CAP)

1
3ª (N3-N4)
Humberto/Gustavo

5ª (N5-N6)
Historiografia e Ensino de História (CAP)

1
4ª (M3-M4)-
Rogério

















UERJ – IFCH – DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
HISTÓRIA 2012/2º SEMESTRE
CURRÍCULO NOVO ANTIGO – DISCIPLINAS ELETIVAS

DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.
Seminário Especial de História da Idade Média VI (definida)

IFCH01 10187


1
2ª (M1-M2)
Miriam Lourdes


4ª (M1-M2)
 Tópico especial de História Cultural II (universal)


IFCH01 10103


1
2ª (M3-M4)
4ª (M3-M4)
Laura Nery


DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.
Seminário Especial de História Social IV (definida)

IFCH01 10281


1
2ª (M3-M4)
Eliane Garcindo


4ª (M3-M4)
 Tópico especial em História das relações Internacionais II (universal)


IFCH0110277


1
3ª (N3-N4)
Míriam Saraiva




DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.
Seminário Especial em História Política III (definida)


IFCH01 10247

1
6ª (M3-M6)
Clóvis Brigagão




Seminário Especial em História da África (definida)


IFCH01 10224

1
6ª (N1-N4)
Ângela Roberti



DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.
Seminário Especial em Ensino de História II (restrita de licenciatura)

Seminário Especial em Ensino de História II (restrita de licenciatura)
IFCH01 10131


IFCH01 10131
1
3ª (M3-M4)
5ª (M3-M4)
Lúcia Guimarães



Renato Silva


2


3ª (M1-M2)
5ª (N1-N2)

 Seminário Especial em História Cultural I (restrita de bacharelado)
IFCH01 10102



1
2ª (M1-M2)
Edna dos Santos




4ª (M5-M6)

DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.
Seminário Especial em Teoria e Método da História I (restrita de bacharelado)

IFCH01 10142


1
3ª (N5-N6)
Mauro Marcos


5ª (N5-N6)



UERJ – IFCH – DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
HISTÓRIA 2012/2º SEMESTRE
CURRÍCULO NOVO ANTIGO – DISCIPLINAS ELETIVAS


DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.
Seminário Especial em História Cultural III (definida)
IFCH01-10253

1
3ª (M5-M6)
Márcia Gonçalves


5ª (M5-M6)
Seminário Especial em História Moderna II (definida)
IFCH01-10192

1
4ª (M1-M2)
André Azevedo


5ª (M1-M2)
Tópico Especial em História Cultural III (universal)
IFCH01-10257

1
3ª (T1-T2)
Regina Candido


Seminário Especial em História Antiga e Medieval
IFCH01 10158
1
6ª (N1-N4)
Maria do Carmo


Seminário Especial em História Política II
IFCH01 10107
1
2ª (N5-N6)
Emir Sader



4ª (N3-N4)
Tópico Especial em História Social II
IFCH01 10283
1
6ª (N5-N6)
Oswaldo Munteal

Tópico Especial em História Social III
IFCH01 10252
1
4ª (M5-M6)
André Azevedo












UERJ – IFCH – DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
HISTÓRIA 2012/2º SEMESTRE

CURRÍCULO NOVO – DISCIPLINA OBRIGATÓRIA – MONOGRAFIA
2 tempos para cada Professor por Turma
DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.




MONOGRAFIA A




IFCH01-
10091
01


SAB (M1-T2)
Teresa Toríbio  - Miriam Lourdes  
Edgard Leite  – Lúcia Guimarães
02


SAB (M1-T2)
Beatriz Vieira - Eliane Garcindo – Ricardo Mendes – Luiz Edmundo
03

SAB (M1-T2)
Lorelai  – Marcos Dezemone – Hugo Suppo – Williams Gonçalves
04

SAB (M1-T2)
 Silvia Nemer – Fernando Faria – Alex Varella – Maria Emília

05
SAB (M1-T2)
Angela Roberti – Laura Nery – Clóvis Brigagão – Márcia Gonçalves






UERJ – IFCH – DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
HISTÓRIA 2012/2º SEMESTRE

CURRÍCULO NOVO – DISCIPLINA OBRIGATÓRIA – MONOGRAFIA

4 tempos para cada Professor por Turma
DISCIPLINA
CÓD
T
HORÁRIO
PROF.


MONOGRAFIA


IFCH01-
03800
01

SAB (M1-T2)
Paulo Seda – Oswaldo Munteal 
02

SAB (M1-T2)
Marilene Rosa – Syrléa Marques
03


04


05


SAB (M1-T2)


SAB (M1-T2)


SAB (M1-T2)


Tânia Bessone (6 tempos)  
Maria do Carmo (2 tempos)


Emir Sader (6 tempos)
André Azevedo (2 tempos)

Antonio Edmilson (4 tempos)
Paulo Seda (2 tempos)
Teresa Toríbio (2 tempos)