quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Seminário Prisioneiros das Drogas FACHA/EMERJ 18 e 19 de agosto




As Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha) com o patrocínio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) realizam nos dias 18 e 19 de agosto, das 9h30 às 17h, o Seminário Prisioneiros das Drogas, em parceria com a Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). e com o Núcleo de Controle de Presos (NUCOP/POLINTER) da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.

O evento, coordenado pelos professores Oswaldo Munteal e Maria Paulina Gomestem como objetivo principal despertar na sociedade um momento de reflexão sobre as conseqüências do uso de drogas na juventude carioca e seus desdobramentos no cotidiano da vida em sociedade. O encontro acontecerá no auditório da EMERJ, localizado no centro da cidade.

Estarão presentes o Professor Hélio Alonso (Diretor da Facha), e Rui Garcia Marques (Diretor-Presidente da FAPERJ), o Desembargador Manoel Alberto Rebelo dos Santos (Diretor-Geral da EMERJ), o Deputado Federal Alexandre Cardoso, do Desembargador Luis Fernando Ribeiro de Carvalho (coordenado do curso de Direito da Facha), além de outras autoridades públicas, acadêmicos, médicos, policiais, advogados etc. O seminário é gratuito e emite certificado aos participantes.


Inscrições pelo site: www.prisioneirodasdrogas.com.br

SERVIÇO

Evento: Seminário Prisioneiro das Drogas

Local: Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ)

Endereço: Avenida Erasmo Braga, n° 115/4º andar - Centro.

Data: 18 e 19 de agosto de 2010

Horário: Das 9h30min às 17h

Mais Informações:

Renata Bastos - Assessoria de Imprensa

Email: assessoria@prisioneirosdasdrogas.org

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Paulo Henrique Amorim fala de José Serra

POR QUE O SERRA CHORA TANTO?
PORQUE O LULA IMPLODIU O PSDB
07/08/2010 14:08:05 - Opinião Online
Extraído do Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim

Vamos supor, amigo navegante, que o debate da Band tivesse "bombado de audiência". O que, com a Band, é um oximoro.
Vamos supor que o Serra tivesse sido "brilhante", aquele adjetivo que o Fernando Henrique prefere dedicar ao Daniel Dantas.
E daí, amigo navegante, o que teria acontecido? Nada.
O que o Serra defendeu? O reforço às APAES. Tapar os buracos da Fernão Dias (por que ele, como o Grande Planejador do Governo do Farol, não fez isso?).
O mutirão da saúde, como se o Brasil tivesse sido atingido pelo terremoto do Haiti.
A Abertura dos Portos, em homenagem ao Visconde de Cayru.
Conceder prioridade ao Intestino (não se sabe se ao Grosso ou ao Delgado, mas o Intestino, com certeza, é prioritário).
Como diz o Cesar Maia, grande aliado dos tucanos no Rio, o fornecedor do Índio à chapa do Serra, como diz o Cesar Maia, o problema do Serra é que ele "não tem tema". O Serra não tem o que defender.
Mas, amigo navegante, vamos perguntar aos nossos botões. O que o Serra já defendeu na vida dele? Qual foi o "tema" da vida dele? A única coisa que se sabe que ele defendeu, de fato, com veemência, foram as Reformas de Base, no Comício da Central, ao lado do Jango. De lá para cá, como deputado, senador, ministro, prefeito (mandato que ele cumpriu até o fim) e governador - que idéia original ele defendeu?
Quando forem escrever o verbete sobre ele, o que se dirá? José Serra - deputado, senador, ministro, prefeito, governador, duas vezes derrotado em campanhas presidenciais, presidente do Palmeiras. e o que mais ?
Depois que a blogosfera retirou do currículo dele a luta contra a AIDS (do Jatene) e os genéricos (do Jamil Haddad) - o que sobrou? Nada.
O filosofo Paulo Arantes, numa sabatina na Folha (**), já tinha feito essa pergunta - o que pensa esse rapaz? Ele é um operador. Um operador da maquina partidária dos conservadores paulistas e operador do PiG (***).
A Veja - a ultima flor do Fascio - dizia que ele é "a elite da elite". Ele sempre foi o "eleito" do PiG (***).
O Fernando Henrique é que atropelou o Serra - e, por isso, os dois se odeiam mais do que se amam -, movido a Plano Real do Itamar. Os dois - Fernando Henrique e Serra - entraram no vácuo do Consenso de Washington, assim que o Pedro Bial derrubou o Muro de Berlim e o Império se tornou incontrastável. Se o resultado tivesse sido outro, os dois, o Farol e seu Grande Planejador tinham ido para o lado oposto, com o mesmo empenho e dedicação.
A matriz deles servia para as duas pontas: esquerda ou direita, comprador ou vendedor.
Hoje, melancolicamente, os dois caíram no colo do Uribe.
Fernando Henrique, sempre mais esperto, abriga-se na confortável "Villa" do filho do Roberto Marinho em Paraty (como poderia ser em Capri. O Serra, coitado, moureja na porta das igrejas e é barrado.
É porque o Lula implodiu os tucanos de São Paulo.
O Lula chupou o oxigênio deles. O Lula fez inclusão social, com políticas que levaram à distribuição de renda na vertical e na horizontal. Os pobres subiram na escala da renda - e infernizam o Jabor nos aeroportos.
E na horizontal: o Brasil cresce mais fora de São Paulo. Em Pernambuco e na Bahia, por exemplo, onde o Serra vai tomar a surra que o Arthur Virgilio disse que ia dar no Lula.
O Fernando Henrique e o Serra perderam a capacidade de entender o que aconteceu no Brasil com Lula e, com isso, não conseguiram "ter um tema". O "pós Lula" é um blefe. O problema é o "mais Lula". Como não entenderam o que Lula tinha feito, não foram capazes de ter idéias para combater o Lula.
Fernando Henrique e Serra estão ancorados em 2002. Em 2002, Fernando Henrique achava que entrava para a História e seria chamado em Colombey les Deux Eglises para salvar a Pátria, com o fracasso do Lula.
Em 2002, o Serra ganhou a eleição. Daí vem a proteção às APAES, a prioridade ao Intestino etc. etc. etc. O Lula tirou o oxigênio dos tucanos de São Paulo. O Serra terá um fim melancólico, como previu o Marco Aurélio Garcia.
Para o Fernando Henrique, zero a zero, diria a Eliane Catanhêde. Ele sempre pode ir para Capri.

Paulo Henrique Amorim

(*) Está escrito nas estrelas que ele vai derrubar o Belluzzo.
(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da "ditabranda"; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de "bom caráter", porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
(***) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político - o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Reflexão para começar esse semestre

Hoje recomeçam as aulas da UERJ. Vale refletir as seguintes informações:

A nota média do país de 4,2 no ensino fundamental 1 (1ª a 5ª série) e 3,8 no ensino fundamental 2 (6ª a 9ª) – Os dados são do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que atribui nota de 0 a 10 às escolas.

Segundo o PISA 2006, o programa de avaliação de sistemas educativos mais difundido no mundo, o Brasil está em 54ª lugar em Matemática (entre 57 países) e em 49ª lugar em leitura (entre 56 países).

39,5% dos jovens brasileiros de 16 anos não terminaram o ensino fundamental – (Fonte: PNAD/IBGE 2007).

Apenas 9,8% dos alunos do 3º ano do ensino médio sabem o conteúdo esperado de Matemática e 24,5%, o de Língua Portuguesa – (Fonte: Todos Pela Educação SAEB 2007).

55,1% dos jovens brasileiros de 19 anos não conseguiram concluir o ensino fundamental – (Fonte: PNAD/IBGE 2007).

74% da população brasileira não consegue entender um texto simples - (Fonte: INAF)

42,6% dos alunos da 3ª série (EM) estão acima da idade adequada – (Fonte: SAEB/INEP 2007).

Nós, futuros professores, devemos mudar essa situação. Nós, enquanto cidadãos, deveremos mudar o atual sistema, sem compromisso com a educação e com a formação do indivíduo.

Pense nisso e tenha um bom retorno à UERJ.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Pré-ENEH - 2° encontro 16/08 & Regulamento Final

O 2º dia do Pré-ENEH será realizado no dia 16 de agosto de 2010, com o tema "A Memória do Movimento Estudantil na UERJ", com a participação dos militantes Aurélio Fernandes, Antonio Edmilson e Boing (coordenação - FEMEH).

Manhã: 10:30 - Noite: 19:30. RAV-94.

Este é o segundo encontro valendo certificados de participação e a prioridade na lista dos alunos que irão no ônibus para o XXX ENEH de Fortaleza, em setembro, dia 1º de setembro, totalizando 50h de viagens.

Como afirmado anteriormente, os alunos que apresentarão trabalho no ENEH têm vaga garantida, mesmo não participando do Pré-ENEH. Portanto, estes alunos terão que apresentar, para um representante da gestão, a carta de aceite do trabalho até e/ou no dia do Pré-ENEH (16/08). [Aqueles que não apresentarem a carta de aceite, perderão a garantia da vaga, e concorrerão pelos outros critérios de prioridade.]

Até o dia 18/08 (quarta-feira) será divulgada a pré-lista, com os alunos que apresentarão trabalho e com a ordem de preferência referenciada pela participação nos Pré(s)-ENEH.

Se o número de participantes dos pré-encontros somados com os número de alunos que apresentarão trabalho (e houverem apresentado a carta de aceite) coincidir com o número de vagas no ônibus (44), serão estes os alunos a viajarem.

Caso contrário, ou seja, se o número for maior, haverá o sorteio da lista dos Pré(s)-ENEH. Lembrando que os alunos que mandaram trabalho não participam do sorteio, pois tem a vaga garantida.

Efetuado o sorteio, aqueles que forem contemplados deverão, no prazo limite de 48h, apresentar via e-mail ou pessoalmente o comprovante de pagamento de inscrição.

Os demais alunos entrarão na lista de espera, também estabelecida pelo sorteio. [Aqueles que forem sorteados e não apresentarem o comprovante de pagamento no prazo indicado serão automaticamente eliminados do processo.]

Centro Acadêmico de História - Filhos da Pública IV

Texto de Laerte Braga sobre a "festa da democracia burguesa"

O ESPETÁCULO DOS DEBATES

Laerte Braga

Quando o candidato José Arruda Serra disse a jornalistas que debates entre presidenciáveis devem ocorrer apenas com a presença daqueles que têm alguma representatividade estava jogando qualquer princípio democrático no lixo.

O que é representatividade?

As grandes redes de televisão no Brasil costumam argumentar que apenas os candidatos com maior intenção de votos, aferida por pesquisas, devem participar para tornar o debate mais esclarecedor e criar melhores condições para que o cidadão possa definir. Usam como exemplo as eleições nos EUA.

Ora, um cidadão, por si só, é alguém com representatividade. No gozo dos seus direitos políticos tem o voto como um dos instrumentos capazes de materializar esses direitos. E essa representatividade.

Como dizer que o candidato Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, não tem representatividade? Porque tem quase dois ou três por cento das intenções de voto? Ou o secretário geral do Partido Comunista Brasileiro, Ivan Pinheiro? José Maria, do PSTU?

Essa exclusão é limitar o processo eleitoral, é criar um arremedo de processo democrático, ainda mais num país onde cada TRE (Tribunal Regional Eleitoral) entende a lei da Ficha Limpa a partir de critérios diferentes. Roriz não pode (claro é um assaltante de cofres públicos), mas Jáder Barbalho, idem, pode.

E o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) não tem a menor idéia de como resolver o impasse que, com certeza, vai acabar no STF (Supremo Tribunal Federal).

Justiça Eleitoral em si, com a estrutura que temos, é uma aberração. Se atentarmos para o chamado mundo institucional aqui e em países dito mais adiantados, ou com democracia que consideram plena, eleições são regulamentadas por legislação que muitas vezes é secular, os princípios básicos e simples de um acontecimento assim e coordenadas por juntas eleitorais formadas num espectro representativo da chamada sociedade civil organizada, inclusive partidos.

Aqui inventaram a infalibilidade da urna eletrônica. Desde que nunca dê pane.

Os limites impostos pela Justiça Eleitoral, inclusive aceitar a exclusão de determinados candidatos de debates em redes nacionais de tevê, contrariam todo e qualquer princípio ou pressuposto de eleição livre e democrática.

Debates entre presidenciáveis é apenas um show. Uma luta de boxe sem luvas e sem murros. Nunca uma tentativa de apresentar e discutir programas, mas de mostrar maior ou menor agilidade na capacidade de complicar o adversário e enrolar o eleitor.

Como dizer que um cidadão do porte de Plínio de Arruda Sampaio não tem representatividade? Tem a mesma que historicamente em momentos da vida nacional tiveram figuras como Sobral Pinto, Evandro Lins e Silva, e tem hoje Oscar Niemeyer.

Ou Ivan Pinheiro? Líder sindicalista, uma longa vida de luta política, inclusive o resgate de seu partido que um pulha da política, Roberto Freire. Tentou guardar a legenda na geladeira para evitar atrapalhar planos e projetos pessoais dele e de grupos. Como excluir José Maria, PSTU, um partido presente em vários setores da luta sindical, estudantil, do movimento popular

Por que? Poderiam incomodar os chamados grandes? Perguntar a Arruda S.erra por exemplo a razão da compra de trens imprestáveis para o metrô de São Paulo? Os altos custos dos pedágios nas estradas estaduais paulistas? Os baixos níveis da educação e da saúde em São Paulo, resultados de doze anos de administração tucana?

Questionar a candidata Dilma Roussef sobre concessões feitas pelo governo Lula a setores das elites que levam bancos a viverem o melhor momento de suas histórias? E tantas outras? As políticas que definham salários de aposentados na malfadada reforma da Previdência iniciada no governo FHC?

Mostrar que Marina da Silva jogou fora sua história e aliou-se a empresários predadores da Amazônia e está sendo financiada por eles na balela do desenvolvimento sustentável (sustenta a candidatura dela e os interesses deles)?

Um debate, em tese, deve permitir ao cidadão/eleitor que tome conhecimento das propostas, do programa de cada candidato. Onde isso acontece?

A GLOBO, dona do futebol e da CBF no Brasil, transferiu o jogo São Paulo versus Internacional, semifinal da Libertadores da América de quarta para quinta-feira com o intuito de esvaziar o debate da rede concorrente, a BANDEIRANTES. Quer arrogar a si o privilégio de oferecer ao distinto telespectador o show da democracia. O espetáculo dos gladiadores contemporâneos, num ringue do qual não participam aqueles que não conseguem atingir determinado patamar nas pesquisas de opinião pública, muitas delas montadas, como acontece com o INSTITUTO DATA FOLHA, e quase sempre com o IBOPE.

Aceitar esse jogo é jogar por terra a essência do processo democrático. É tentar definir o voto num direto bem aplicado, mesmo que seja um golpe baixo, ou uma jogada decidida por um marqueteiro, que nada daquilo que se diz seja verdade, à medida que as redes de tevê e particularmente a GLOBO entendem que o País deve ter um presidente afinado com os interesses que representam.

Não é uma questão de democracia é de índice de audiência. Índice de audiência significa um volume maior de patrocinadores, representa cumprir o dever de submissão às elites. Transforma as redes de tevê em senhoras do pensamento e da vontade induzidas do cidadão/eleitor, no crescente trabalho de alienação geral.

Esse é o objetivo deles.

Ao citar os três candidatos que citei acima, Plínio de Arruda Sampaio, Ivan Pinheiro e José Maria não estou entrando no mérito de seus programas, seus propósitos, são todos homens públicos sérios, dignos, com história, mas reivindicando o direito de ouvi-los tanto quanto a qualquer outro chamado grande.

Arruda Serra não tem a menor idéia do que é representatividade. É que representa interesses de potência estrangeira, de grupos econômicos nacionais e estrangeiros e só conhece esse lado da história. É pago para isso.

Da mesma forma que exclui candidatos chamados “nanicos” (por que?), exclui nordestinos, exclui os do norte do Brasil, do Centro-Oeste, as populações carentes do Sudeste e do Sul, traz o preconceito dentro de si e isso é característica tucana, a genética de mau caratismo golpista. Permeia boa parte do PT também.

O sistema de dois turnos existe para que, em tese, todos os candidatos possam se apresentar e aos seus programas. A antiga lei de propaganda gratuita, do ex-deputado e ministro do STF Adauto Lúcio Cardoso, assegurava a proporcionalidade entre os partidos, mas um tempo mínimo decente a cada partido e exigia que a apresentação fosse ao vivo para evitar os truques da imagem/objeto.

A ditadura acabou com isso, provocava a discussão e o debate e permitia ao cidadão/eleitor uma clara visão de cada partido ou candidato e assim definir seu voto, mas a democracia mantém, agora por conta dos interesses de marqueteiros, fabricantes de marcas diversas de sabão em pó travestidas de candidatos a presidente da República.

Quando ouço falar em choque de gestão me lembro do ex-governador Minas, Aécio Neves. Construiu um monumento a “eficiência administrativa”, algo que lembra a obra de Kafka, já em processo de decomposição (às pressas para inaugurar ainda em seu governo), quando poderia ter construído pelo menos 200 mil casas populares. Ou corrigido o salário de fome pago a professores da rede estadual. Cuidado da saúde que se prestou apenas a um jantar para prefeitos e vereadores e fomentar a campanha de um candidato a deputado federal que, por si só, deveria estar varrido pela Ficha Limpa. Mas não, deve ser o mais votado no estado.

Esse é só modelo FIESP/DASLU. Sonegador, portanto criminoso, que não tem nada a ver com a democracia.

E, legalmente ainda dizem que tevês são concessões do poder público e têm o dever de levar informações corretas, cultura, veicular lazer recheado de respeito ao cidadão, etc, etc.

Devem achar que o JORNAL NACIONAL e o BIG BROTHER BRASIL desempenham esse papel.

Ou que o problema do goleiro Bruno é o principal fato dos tempos recentes, logo após a tragédia que matou a menina Nardoni.

Hoje, a preocupação da turma global é com os seios de Luísa Brunet que teria exagerado na transparência.

Há uma outra forma de transparência que também deveria estar presente em cada veículo de comunicação.

“Como indispensável adorno dos objetos produzidos agora, como demonstração geral da racionalidade do sistema, e como setor econômico avançado que molda diretamente uma multidão crescente de imagens-objetos, o espetáculo é a principal produção da sociedade atual” – Debord, A SOCIEDADE DO ESPETÁCULO, Contraponto, RJ).

“O espetáculo é o momento histórico que nos contém” – idem.

E deliberado, é lógico.