
segunda-feira, 27 de julho de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
A submissão da UNE ao Governo Lula
Há muito tempo, o CAHIS mantêm uma posição independente e discordante da União Nacional dos Estudantes (UNE). Estamos contra a política do Governo Lula para as universidades, beneficiando os escolões privados e a privatização de espaços públicos nas universdades federais.
Para entender melhor o processo que transformou a UNE em aparelho da dupla governista PT-PC do B, o Blog do CAHIS recomenda a leitura do texto "A submissão da UNE à castração do pensamento crítico (I)", escrito pelo jornalista Pedro Porfírio.
http://pedroporfirio.blogspot.com/2009/07/submissao-da-une-castracao-do.html
Para entender melhor o processo que transformou a UNE em aparelho da dupla governista PT-PC do B, o Blog do CAHIS recomenda a leitura do texto "A submissão da UNE à castração do pensamento crítico (I)", escrito pelo jornalista Pedro Porfírio.
http://pedroporfirio.blogspot.com/2009/07/submissao-da-une-castracao-do.html
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Luto
O Centro Acadêmico de História presta as devidas condolências ao diretor do Arquivo Nacional e nosso mestre na UERJ, Professor Jaime Antunes, pelo falecimento de sua esposa, Marli, falecida no dia 07 de julho.
Em nome de todos os alunos do curso de História da UERJ, enviamos as nossas condolências e colocamos-nos a disposição desse professor que é exemplar em seus deveres e admirado pelos seus alunos.
Em nome de todos os alunos do curso de História da UERJ, enviamos as nossas condolências e colocamos-nos a disposição desse professor que é exemplar em seus deveres e admirado pelos seus alunos.
terça-feira, 23 de junho de 2009
CAHIS homenageia funcionários do IFCH
O CAHIS fez uma pequena homenagem aos funcionários de nossa Unidade. Cada um recebeu um diploma de agradecimento ao atendimento nota 10 prestado aos alunos de História assinado pelo Centro Acadêmico.

A galera que não chega atrasado e ajuda a todos os estudantes diariamente merece é exemplo de funcionarismo público e merece todas as homenagens.

Na foto, Max, Roberto (representando o CAHIS), Ferreira e Priscilla.
sábado, 20 de junho de 2009
CAHIS-UERJ em solidariedade à luta da USP
Nos últimos dias, a USP (Universidade de São Paulo) tomou conta dos noticiários. O motivo foi o fato estarrecedor da entrada do batalhão de choque da Polícia Militar paulistana no campus para deter a greve dos técnico-administativos. Mais chocante ainda é saber que a invasão da PM foi aprovada no conselho universitário (Consun) da instituição e assinada pela Reitora da USP, Suely Vilela!
Os técnico-administrativos reivindicavam o aumento salarial e a soltura de um dos dirigentes do seu sindicato, preso por acusação de depredar o patrimônio da própria universidade. Os trabalhadores decidiram pela greve no final de maio até a concretização das suas demandas, realizando piquetes, no intuito de realmente paralisar os serviços da USP.



Desde então, professores, funcionários e alunos tem realizado atos em conjunto dentro do campus contra a ocupação militar realizado pela polícia, contundo, não caindo nas provocações dos policias. O movimento adotou flores como o seu símbolo nos protestos, em uma clara alusão de contraste às atitudes da Reitoria e do governo Serra.




Os técnico-administrativos reivindicavam o aumento salarial e a soltura de um dos dirigentes do seu sindicato, preso por acusação de depredar o patrimônio da própria universidade. Os trabalhadores decidiram pela greve no final de maio até a concretização das suas demandas, realizando piquetes, no intuito de realmente paralisar os serviços da USP.
Como resposta, a Reitoria autorizou a entrada do batalhão de choque da PM a partir do dia 1º de junho. Diante dessa tentativa de criminalização do movimento dos funcionários, a associação dos professores da USP (ADUSP) resolveu também declarar greve, logo seguida pelo DCE da Universidade. Com isso, a pauta de reivindicações incorporou a posição contrária dos estudantes e professores à UNIVESP, Universidade Virtual do Estado de São Paulo, projeto do governador José Serra (PSDB).

A UNIVESP consiste na ideia de cursos universitários à distância que é apresentada como solução para a ampliação de vagas do Ensino Superior. A concepção de ensino à distância é altamente combativa pelos setores organizados dos docentes e também estudantes. Esse modelo de educação não apresenta a mesma qualidade das aulas presenciais, precarizando um conhecimento, o universitário, que deveria não só pensar e agira em prol da sociedade, mas também, transformá-la.

Desde então, professores, funcionários e alunos tem realizado atos em conjunto dentro do campus contra a ocupação militar realizado pela polícia, contundo, não caindo nas provocações dos policias. O movimento adotou flores como o seu símbolo nos protestos, em uma clara alusão de contraste às atitudes da Reitoria e do governo Serra.

A polarização do momento é essa: o governo Serra já foi derrotado várias vezes na USP com seus projetos mirabolantes e agora, com a UNIVESP, tenta sua cartada final, já que o tucano deve ser candidato ano que vem a presidente (medo). A reitoria apóia os cursos a distância e mostra querer aprová-lo na marra, inclusive policiando o campus se necessário. O reajuste dos funcionários também não passa pela pauta, nem do governo, nem da administração central da Universidade.

Do outro lado, os três segmentos da Universidade lutam pelo reajuste salarial, o fim do projeto UNIVESP, impeachment da reitora Suely Vilela e a retirada imediata da polícia militar do campus. Um projeto contra a precarização do ensino universitário e a criminalização dos movimentos sociais.

No dia 19 de junho, mais de 5 mil pessoas marcharam pela Avenida Paulista defendendo a pauta acima. A UNESP declarou greve em solidariedade à USP, enquanto durar a ocupação policial.

Esse evento nos deixa a lição de como a Universidade está deixando o papel de transformadora da sociedade de lado, para se tornar um amontoado de tecnicismos e fonte de lucro para a sociedade de mercado. Para terminar, um trecho da carta aberta da Professora Ana Fani Alessandri Carlos, docente da USP:
“Invadida pelo imediatismo e utilitarismo, a Universidade se empobrece e abdica de seu papel de pensar criticamente o mundo desfocando seu horizonte do ‘homem’, para o mercado. O modelo que elimina as diferenças e as possibilidades contidas nessas diferenças – que são substanciais no uso de tempos e espaços na Universidade – sufoca a construção da sociedade plural pela imposição e afirmação do idêntico e do conhecimento como reflexo de um padrão estabelecido.”
Quem quiser ver os slides shows com fotos:
Chegada da PM:
http://www.adusp.org.br/galeria/index.php?p=slideshow&album=fotos%2F20090605
Protesto contra a PM no campus da USP:
http://www.adusp.org.br/galeria/index.php?album=fotos%2F20090609&image=IMG_2337.jpg
Protesto com 3 mil pessoas na Avenida Paulista:
http://www.sintusp.org.br/pages/ato18junho2009%20050_jpg.htm
Quem quiser ver os slides shows com fotos:
Chegada da PM:
http://www.adusp.org.br/galeria/index.php?p=slideshow&album=fotos%2F20090605
Protesto contra a PM no campus da USP:
http://www.adusp.org.br/galeria/index.php?album=fotos%2F20090609&image=IMG_2337.jpg
Protesto com 3 mil pessoas na Avenida Paulista:
http://www.sintusp.org.br/pages/ato18junho2009%20050_jpg.htm
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